Achou por bem um dia, voar o colibri amarelado. Voou, cada vez mais alto, a certa altura mais rápido, a certa altura acompanhado da alegria plena de simplesmente voar. Voou terras e mares, florestas e areais e cidades gigantes de alturas imensas.
Voou o colibri sempre, que se deu perdido na ausência das flores que outrora se ofereciam ao seu encanto. Nada queria agora a não ser flores, já não mais conseguia voar ou mesmo ver beleza no mais esplendoroso relvado.
Não há flores agora, desapareceram. Não há flores, em lado algum, e não crescem porque não nascem. Não as há e o colibri assim não consegue voar.
Tenta ir passarinho, no voo que te fez quase morrer, procurar as flores que se negam a aparecer...
As flores por vezes são abaladas por duras chuvadas que as destroem por completo. Mas, com o brilhar do sol, voltam a aparecer novas e frescas.
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