bamarte

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A vida bate à porta, não a sinto como minha, não é ela que quero. Porém, é tudo o que tenho, graças ao palmo onde cresci.
Tenho soluções, soluções que nada resolvem, da forma que quero.
Se sigo pela estrada escura onde viajo já, morro sem qualquer iluminação.
Tenho ruelas por onde fugir, porém, construa o que construir, será sempre uma fuga. E tudo o que fui até hoje será sempre meu.
De todas, a que mais razoável me parece à vista do olho, que liga ao cérebro por cabos que não percebo, será então não dar mais ao mundo por onde tecer. Não quero deambular por aí. Estou agora no terraço vertiginoso deste meu prédio sombrio. 
Resta-me decidir se pela primeira vez escolho um caminho na vida. Ou se deixo novamente o vento indicar-me a direcção...

5 comentários:

  1. e seeeeeeeeeee o vento te levasse para o caminho da vida que escolherias se pudesses? não seria magnífico?

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  2. aposto que se sucedesse contigo escolherias o viril corpo de um homem, para que nada se opusesse à nossa relação apaixonante já tão forte, mas que insistes em não admitir. LOL

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